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#Filmeslivroseblábláblá: Estrela Píer


Final de semana já tá chegando. Não tá a fim de sair? Que tal reunir os amigos pra assistir um bom filme? Ou mesmo dedicar se dedicar a um bom livro?  Então, vem cá e da uma olhadinha nas dicas dessa semana que a Priscila preparou no quadro ‘FILMES, LIVROS E BLÁ BLÁ BLÁ!’

Titulo : Estrela Píer
Autor: Kamila Denlescki
Editora: Novo Século         
Ano: 209
Número de Páginas: 231

SINOPSE:  Lucia Píer Eli venceu um concurso para conhecer o astro hollywoodiano mais cobiçado pelas mulheres e pelos paparazzis, o ator inglês Richard Clevehouse. Ela embarca na ânsia de viver em Londres dias inesquecíveis. Lúcia sabe que em breve terá que voltar para a sua vida em São Paulo. Mas nem tudo será como ela pensa...


Há  uns dois anos atrás, me interessei bastante pelo enredo desse livro, foi bem na época em que o meu amor pela literatura apareceu, no mesmo tempo em que eu fazia buscas incansáveis pelos blogs, a fim de encontrar algum titulo que me despertasse o interesse. E foi assim que aconteceu, li resenhas, gostei e de cara quis comprá-lo, até porque, depois de ler sobre a autora e tudo mais, descobri que a mesma morava numa cidade vizinha a minha, cidade essa onde eu nasci. Mas na época, infelizmente acabei não comprando, eu lembro que alguns sites não tinham o titulo, outros estavam indisponíveis.
Alguns anos depois (algumas semanas atrás, pra ser mais exata) encontrei Estrela Píer, e tive o prazer de devorá-lo em um único dia. Infelizmente, só agora consegui fazer essa resenha. Espero que esse tempo, não desmereça qualquer coisa sobre o livro.
Acho que independente da minha opinião, sobre o livro sem bom ou não, eu tenho um jeitinho diferente de tratar a literatura brasileira (o pessoal da atualidade principalmente), e de valorizar por trás de todas as letras e palavras, o esforço e o trabalho que é publicar um livro aqui no Brasil.  Enfim, vamos ao que interessa.
Provavelmente eu já disse pra vocês, odeio quando o livro é pequeno (risos), mas esses sempre me surpreendem. Achei a narrativa da Kamila simples, mas muito envolvente. Acostumada com certos gêneros ‘vampirescos’, eu literalmente quebrei a minha cara, ao esperar isso. Ação, emoção, romance e ficção cientificam... Assim é Estrela Píer.

E posso confessar? Eis aqui alguém que nunca gostou muito de ficção cientifica, mas que amou a maneira como a Kamila abordou o assunto.
Lúcia Píer a Pierela é uma garota como outra qualquer, que vive na grande São Paulo. Sem dinheiro pra faculdade, Pierela trabalha como bibliotecária num colégio, e juntando assim o útil ao agradável: sua paixão pelos livros e algum dinheiro, pensando em seu futuro. Lúcia leva uma vida pacata, em meio as suas dúvidas e frustrações, pelo fato de seus pais terem a abandonado, quando ela ainda era muito pequena. Mas mesmo com todos os seus ‘traumas’, é aquela garota que não se deixa abater, pelo contrario. Lúcia ainda, conta com o apoio de duas personagens encantadoras. Ela mora com a sua irmã mais nova Lara, e com sua avó Marisa.
A vida de Lúcia toma um rumo inesperado, quando mesmo sem saber, ela começa a  participar de uma promoção, e mesmo não querendo e sabendo que não tem chances para ganhar o tal concurso, Lúcia se surpreende ao saber o resultado: ela é a vencedora, e tem mais, vai conhecer e jantar, com o lindo e charmoso ator Richard Clevehouse, nada mais nada menos do que em Londres.
Agora me diz esse não seria o sonho de qualquer garota? Conhecer o super astro de cinema dos seus sonhos? Lindo, intrigante e cativante. Para mim, essas são as características básicas, que definem o meu vilão favorito: Rick.
A partir do encontro dos dois, uma enxurrada de  acontecimentos estão por vir. Acontecimentos de tirar o fôlego. Durante a narrativa, e perante os acontecimentos, Lúcia apesar de confusa, por não entender nenhum daqueles diversos mistérios, se apaixonada perdidamente por Rick, e juntos eles vão lutar pela busca de um final feliz, e nos levantar uma única questão: Rick é mesmo o mocinho, ou seria ele o vilão?

"Uma coisa eu posso dizer com propriedade. Em meus poucos anos de vida, eu já sabia que, conforme um raio, o amor romântico não podia nascer duas vezes do mesmo terreno. E só era amor aquele que tinha raízes tão profundas quanto a beleza das flores. Eu não me refiro à paixão, à pele, ao desejo. Eu me refiro a fatos sublimes dos sentimentos inexplorados das noites sem dormir, dos sonhos inacabados. Eu falo de um amor sublime e verdadeiro, que se é possível sentir uma única vez, relacionado a uma única pessoa. Minha pessoa era Rick, nosso momentos era o sempre, embora nos contrariasse a ciência e a conveniência." 
Por favor, leiam e mergulhem nesse mar de aventuras e romance, como eu mergulhei (risos). Eu só tenho uma coisa a declarar: PRECISO muito de uma continuação.

Será que teremos?
É isso, espero que gostem! Até a próxima, beijos.


@_pripriscila / Mais posts você contra  aqui




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